Introdução a Capital de Giro para clínicas veterinárias e pet shops

Equipe SimplesVet  –  

Tempo de leitura: 4 minutos

Quem abre um novo negócio se vê às voltas com vários termos técnicos da área de administração para garantir (ou, pelo menos, tentar garantir) o sucesso do novo empreendimento. Dois desses muitos conceitos têm a ver com dinheiro e são imprescindíveis para que uma empresa se mantenha de portas abertas: capital inicial e capital de giro.

O capital inicial – que pode parecer nome de banda mas é, na verdade, uma das coisas mais importantes para uma nova empresa! – é o recurso para que você possa montar uma clínica veterinária e pet shop do zero, com investimento em maquinário, estoque, locação de espaço, remédios, produtos, etc.

Já o capital de giro é o dinheiro que vai fazer com que tudo isso seja mantido mês a mês.

Funciona assim: o capital de giro é, basicamente, aquele dinheirinho que você tem guardado todos os meses para dar continuidade à sua empresa sem que falte algo importante para que ela abra as portas todos os dias.

Capital de giro
Unicare (MG), cliente SimplesVet

No caso das clínicas veterinárias, é um remédio, uma anestesia ou até a lâmpada especial da sala de cirurgia.

Tudo isso custa dinheiro e tudo isso pode ser garantido dentro da sua rotina através do capital de giro.

Em pet shops, imagine ficar sem estoque! Se não tiver produto, não tem venda; sem vendas, não há público para que você continue de pé nos meses seguintes.

Por isso, manter uma boa taxa de capital de giro é uma boa forma de pagar seus fornecedores para que eles te entreguem o estoque semanal ou mensal e você continue normalmente com suas atividades.

O nome “capital de giro” tem uma razão de ser: ele é uma espécie de caixinha que nunca ficará parada, mas, também, nunca estará descapitalizada.

Capital de giro paga tudo?

Segundo o próprio nome já diz, capital de giro é um recurso que serve para deixar em dia as contas rotineiras da empresa, como o pagamento de fornecedores, a compra de materiais, os salários dos funcionários e até os lanches feitos dentro da clínica veterinária ou pet shop.

Aí você pode pensar: se o capital de giro tudo paga dentro de uma clínica ou pet shop, e as pessoas sempre compram nesse mesmo lugar, tudo o que entra é, necessariamente, capital de giro.

Essa conclusão estaria correta, não fosse por um pequeno detalhe: tem compras que você, como proprietário, faz a prazo e em outras moedas que não o dinheiro de papel (como, por exemplo, transferências bancárias, cartões de crédito, etc.).

Além disso, seu próprio cliente pode fazer compras seguindo esse raciocínio, pedindo para parcelar no cheque ou no cartão. Aí, você tem sim um dinheiro a receber, mas ele não pode e não deve ser contado como seu capital de giro.

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Como criar capital de giro de maneira fácil

Uma das formas de você manter um capital de giro interessante para a sua clínica veterinária ou pet shop é destinando um valor diário para essa finalidade assim que você fecha o caixa.

Por exemplo: em um dia você atendeu diversos pets em várias atividades que lhe renderam dinheiro, mas nem tudo foi pago à vista em papel. Ao fim da jornada de trabalho, quando for fechar o caixa, leve para a contabilidade tudo o que tiver sido pago em cartão e guarde em um cofre as notas altas adquiridas, como as de 100 e 50 reais, durante todo o dia.

No caixa, como capital de giro para o dia seguinte, ficam as notas mais baixas, como de 20, 10 e 5 reais, e as moedas. Assim, se você precisar de capital de giro para pagar uma conta baixa, comprar um insumo urgente na farmácia ou até dar troco para seu cliente, você tem essa possibilidade.

No cofre, que pode ou não ficar dentro da empresa, você aumenta seu capital de giro com as notas altas, podendo com elas pagar uma encomenda maior de matéria-prima ao fornecedor ou o salário de um colaborador da clínica.

Com as entradas feitas a prazo, em cartão de crédito ou cheque, você capitaliza a empresa e deixa a sua contabilidade administrar o lucro, pró-labore, patrimônio da empresa e outras questões contábeis.

Ter capital é primordial para que você consiga manter sua clínica cheia de bons produtos e serviços, pagando seus fornecedores em dia e deixando seus clientes satisfeitos, mas exigirá muita disciplina e atenção ao caixa para que o dinheiro não “evapore” em gastos desnecessários ou erros de conta.

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 Como o SimplesVet pode te ajudar

Um dos segredos para gerir bem o capital de giro é ter uma visão clara da área financeira da sua empresa. Para isso, você pode contar com o auxílio de um sistema de gestão veterinária como o SimplesVet.

Com ele, você poderá:

  • Gerencias vendas – Quem é gestor pet sabe que diante de tantas funções, ficar de olho em todas as vendas pode ser um desafio. Para te dar uma mãozinha nisso, você pode usar a tecnologia a seu favor.

    Com o SimplesVet suas vendas são automaticamente integradas ao seu financeiro e isso permite que você acumule dados não só das vendas realizadas, mas também dos consumidores e produtos vendidos. Saiba como funciona as vendas no SimplesVet.
  • Controlar o estoque – Uma das maiores fontes de perda de capital em empresas pet está na má gestão do estoque. E isso, muitas vezes acontece porque o gestor pet não tem clareza a respeito dos itens que ele tem disponível no estoque.

    Conte com o SimplesVet para te dar uma visão clara do seu estoque e mais: receba sugestões de compras inteligentes, emita NF-e de avaria, consumo interno, devolução de compras e muito mais. Saiba como funciona a gestão de estoque do SimplesVet.

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